O que é o tratamento de canal

Dentro de cada dente existe a polpa, um tecido vivo com nervo e vasos sanguíneos. Quando cárie, fratura ou trauma chegam até ela, ela inflama (pulpite) ou infecciona. O tratamento de canal remove esse tecido comprometido, limpa e sela o espaço interno da raiz, evitando a extração.

Tecnologia e experiência a serviço do seu canal

O tratamento usa instrumentação mecanizada, que prepara o canal de forma mais rápida e padronizada que o método manual tradicional, reduzindo o número de visitas na maioria dos casos. Isso combinado à experiência do Dr. Igor Leonan (CRO-RJ 43585), com foco declarado em Endodontia desde 2015.

Quando o canal é necessário

Uma cárie superficial resolve com restauração. Esses sintomas indicam que o problema já chegou ao nervo.

Já se a dor espalha por vários dentes e piora ao acordar, pode não ser o dente. Maxilar cansado pela manhã e dor de cabeça na têmpora apontam para músculo ou articulação: é o quadro de bruxismo e DTM, que tem investigação própria.

Quantas sessões esperar

Depende da anatomia do canal e de haver ou não infecção ativa. Dentes da frente sem infecção costumam ser resolvidos em uma sessão de 40 a 90 minutos. Molares com infecção crônica ou canais muito curvos podem precisar de 2 a 3 sessões, mesmo com instrumentação moderna. Sessão única é frequente, não é garantida: isso é dito na avaliação, nunca depois.

Quando um dente já tratado volta a doer

Nem todo canal resolve de forma definitiva. Se o dente volta a doer, incha ou aparece alteração na radiografia meses ou anos depois, o caminho costuma ser o retratamento de canal, ou seja, refazer o tratamento desse mesmo dente antes de considerar extração. Se a dor já começou, dá pra entender o que fazer agora enquanto agenda a avaliação.

Perguntas frequentes

O que é um tratamento de canal (endodontia) e quando ele é necessário?
Tratamento de canal é o procedimento que remove a polpa infectada ou inflamada de dentro do dente, limpa e sela os canais internos da raiz, evitando a extração. Ele é indicado quando a cárie, uma fratura ou um trauma chega perto do nervo do dente, causando dor espontânea, sensibilidade prolongada ao quente/frio ou inchaço.
Quais sintomas indicam que eu preciso de um canal, e não só de uma restauração?
Dor espontânea (que aparece sem estímulo), dor que persiste por mais de 30 segundos depois de comer algo quente ou frio, dor ao morder, e inchaço na gengiva perto do dente são os sinais mais claros de que a polpa já foi atingida. Só uma avaliação clínica confirma.
Qual a diferença entre o tratamento de canal "tradicional" e o feito com instrumentação mecanizada?
No método tradicional manual, o dentista alarga o canal com limas manuais, uma a uma, o que costuma exigir mais sessões. Com instrumentação mecanizada (motor + sistema de limas), o canal é preparado de forma mais rápida e padronizada, o que reduz o número de visitas necessárias em boa parte dos casos.
Por que em algumas clínicas o canal é feito em 3 ou 4 sessões, e em outras pode ser resolvido em uma só?
Depende do sistema de instrumentação usado, da complexidade da anatomia do canal e de haver ou não infecção ativa no momento do atendimento. Sessão única é frequente, não é garantida, e isso é dito na avaliação inicial, não depois.
Existe risco de o dente doer depois do procedimento, mesmo em sessão única?
Sim, uma sensibilidade leve nas primeiras 24 a 48 horas é possível em qualquer tratamento de canal, seja em sessão única ou múltipla. Isso costuma ser controlado com analgésico comum e passa rápido.
O dente tratado com canal precisa de coroa, ou pode ficar só com a restauração comum?
Depende de quanto da estrutura do dente restou. Dentes da frente com pouca perda de estrutura costumam ficar bem só com restauração; molares geralmente precisam de coroa para não trincar depois. Isso é avaliado caso a caso na consulta de retorno.
Um dente que já fez canal pode precisar ser tratado de novo?
Pode. Quando um dente já tratado volta a doer, infecciona ou aparece alteração na radiografia, o retratamento (refazer o canal desse mesmo dente) costuma ser o primeiro caminho considerado antes de pensar em extração. A taxa de sucesso costuma ficar entre 78% e 87%, e melhora quanto antes o problema é identificado.

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